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Publicado 27/12/2018 - 06h00 - Atualizado 20/12/2018 - 13h56

Por Do Correio

Cafezais do Brasil foram vistos pela Rainha Elizabeth II. O café aprimorado pela moderna tecnologia do IAC

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Cafezais do Brasil foram vistos pela Rainha Elizabeth II. O café aprimorado pela moderna tecnologia do IAC

PRÓDIGO PARA O AGRONÔMICO O ANO DE 1968
Fim de 1968. Primeiros dias de 1969. Reciprocidade de sentimentos humanos: que todos sejam felizes. Mas neste ano que se finda, uma instituição como o Instituto Agronômico realizou com eficiência e dinamismo vasto programa de atendimento às reivindicações da agricultura brasileira. Atividades se desdobraram. Quase 3 mil pessoas visitaram o estabelecimento. A 3 de janeiro de 1968, os primeiros visitantes foram os srs. Iashi Tomara e Tiraka Kykuo, técnicos japoneses residentes em Osaya. O último visitante, acompanhado pelo Eng. Agr. Odyr Rodriguez, Chefe em exercício da Seção de Citricultura, talvez seja o Sr. Angel Baldini, da Emprêsa Francia-Roma, da República do Peru e que veio a Campinas para ver experiências com cítros, pelo Agronômico.
 
É BOA A POLÍTICA ECONÔMICA DO BRASIL
"A questão crucial para as empresas, neste limiar de 1969, continua sendo o custo do dinheiro, mas não há de ser através da redução dos níveis de depósito compulsório que nós vamos corrigir as distorções institucionais do mercado financeiro" - disse hoje o ministro Delfim Neto a uns grupo de empresários, em exposição transmitida pela TV, acrescentou que "nenhum país consegue ter um desenvolvimento acelerado com uma taxa de juros real em torno de 12% ao ano, criando toda série de empecilhos à produtividade das empresas". Contestou o ministro da Fazenda que a redução do depósito compulsório possa influir poderosamente para tornar mais favoráveis as condições do mercado financeiro.
 
A COSMONAVE APOLO-8 EMPOLGA O MUNDO
O mundo assistiu emocionado ontem ao regresso à Terra dos três primeiros astronautas a voarem em órbita da Lua na mais arrojada experiência espacial da História da Humanidade. Borman, Anders e Lovell desceram no Pacífico perto de 1.000 milhas do Havaí e apenas a 5 km, do ponto onde se encontrava o porta-aviões Georgetown e demais belonaves da frota de resgate. A nave Apolo-8 dos Estados Unidos reingressou na atmosfera terrestre a uma velocidade de 40 mil km/hora, passando por um estreito corredor imaginário num ângulo exato para evitar que os astronautas fôssem lançados novamente ao espaço ou que a nave se transformasse numa bola incandescente.

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