Cratera toma conta de trecho de rua
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Publicado 13/11/2018 - 07h50 - Atualizado 13/11/2018 - 07h51

Por Beatriz Andrade

Uma das faixas da Rua Reverendo Orlando Gaizo está intransitável

Thomaz Marostegan/Especial para a AAN

Uma das faixas da Rua Reverendo Orlando Gaizo está intransitável

Listar todos os problemas da Rua Reverendo Orlando Gaizo, no bairro Fundação Casa Popular, é uma tarefa complicada. A principal dificuldade dos motoristas é o buraco que tomou conta de uma das pistas da via, já sem asfalto algum. A cratera foi coberta com terra e pedaços de pedra. Além disso, a sinalização dos postes da rua não está visível. Foi coberta pelas árvores, que carecem de poda há algum tempo. Por dar acesso à Igreja Evangélica Quadrangular e ficar perto da Avenida João Batista Morato de Canto, o movimento na via é grande e o perigo, maior ainda.
Uma das faixas da rua está intransitável. O buraco foi aumentando de tamanho e tomou conta da via, impedindo a passagem dos carros. A cratera parece ter mais de quatro metros de diâmetro, fazendo com muitos veículos optem por passar pela contramão no local.
Os moradores, que viram a rua se deteriorar aos poucos sem que nenhuma providência fosse tomada, estão revoltados. José Carlos de Oliveira, marceneiro de 70 anos, afirma que, conforme os meses foram passando, o buraco e as reclamações foram aumentando.
“Começamos a pedir por reformas quando o buraco apareceu, mas ninguém veio. Agora, está aí, do jeito que está”, afirma o marceneiro. Segundo ele, muitos veículos joptam por dar marcha à ré e voltar para a avenida para evitar o local, e isso pode gerar mais perigo.
Quanto à sinalização, José Carlos reafirma que é por desleixo. “Geralmente, a poda era feita a cada um ou dois meses, no máximo. Depois, pararam de vir, e não deu mais para enxergar as placas”, conta, indignado. Ainda segundo ele, durante a noite, é ainda mais desafiador passar por ali. “Eu brinco que dá para fazer trilha aqui, por causa do tamanho do buraco. É mais fácil do que ter que passar de carro”, contou José Carlos de Oliveira.
Em nota, a Prefeitura Municipal de Campinas informou que a Administração Regional (AR) 6 fez uma vistoria no local e já programou o reparo.

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Beatriz Andrade