Buracos e cavaletes dificultam vida de pedestres
Publicidade

Publicado 31/10/2018 - 07h54 - Atualizado 31/10/2018 - 07h54

Por Da Agência Anhanguera

Passagem das ruas Fernão Pompeu de Camargo com a Plínio Pereira Neves, na Vila João Jorge

César Rodrigues/AAN

Passagem das ruas Fernão Pompeu de Camargo com a Plínio Pereira Neves, na Vila João Jorge

Andar pela calçada no Córrego Piçarrão, na passagem do cruzamento das ruas Fernão Pompeu de Camargo com a Plínio Pereira Neves, na Vila João Jorge, não é uma opção para os pedestres. Um grande buraco na esquina das duas vias, cercado por cavaletes e com um galho dentro, para alertar os pedestres, causa transtornos para quem circula pelo local.
A opção é andar pela rua, dividindo espaço com os carros. Além de ser fundo, é possível ver alguns canos que passam por lá e lixo jogado na erosão, que está na calçada há cerca de oito meses, de acordo com os moradores e frequentadores do local.
A reportagem do Correio Popular esteve no local, e confirmou a dificuldade dos pedestres em passar pela esquina das ruas, próximas ao Piçarrão. O fluxo intenso de carros que trafegam pelo local provoca mais insegurança para o pedestre, que tem que desviar do buraco na calçada pelo asfalto.
Além disso, os cavaletes colocados para alertar a população sobre a existência da erosão diminuem o espaço de passagem, embora impeça que alguém, um pouco mais distraído, tropece. Os pedestres temem que, por ser fundo e cheio de canos, uma queda possa causar graves ferimentos. Moradores e trabalhadores no local já realizaram reclamações, mas nada foi feito até o momento. 
Marcelo Tell Godoy, publicitário de 31 anos, passa pelo local todos os dias e sua indignação com a situação foi tanta que denunciou nas redes sociais. “O buraco já está lá há cerca de oito meses, e não fazem nada a respeito”, postou. A Prefeitura informou que realiza reparos na calçada, que, segundo a assessoria de imprensa, sofreu um afundamento.

Escrito por:

Da Agência Anhanguera