Pesquisa da Unicamp irá monitorar o sono dos campineiros
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Pesquisa da Unicamp irá monitorar o sono dos campineiros


Ao todo, 400 casas serão visitadas pelos cientistas para realização de testes e questionários que avaliarão a qualidade do sono

QUALIDADE DE VIDA

Pesquisa da Unicamp irá monitorar o sono dos campineiros

Ao todo, 400 casas serão visitadas pelos cientistas para realização de testes e questionários que avaliarão a qualidade do sono

03/02/2015 - 16h31 - Atualizado em 03/02/2015 - 16h38 | Do Correio.com
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Foto: Divulgação
Pesquisadora da Unicamp entrevista usuário do serviço de Saúde em Campinas
Pesquisadora da Unicamp entrevista usuário do serviço de Saúde em Campinas

Pesquisadores da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp estudam, a partir de março, o sono dos campineiros. Ao todo, 400 residências serão visitadas pelos entrevistadores do inquérito ISACamp Sono, para a realização de testes e questionários que avaliarão a qualidade do sono.
 
A pesquisa é inédita no Brasil e tem como objetivo analisar os aspectos relacionados à duração, à qualidade e aos distúrbios do sono, principalmente a apneia do sono, a sonolência e o cochilo diurnos. A investigação é multidisciplinar e envolve pesquisadores da neurologia, otorrinolaringologia, saúde coletiva e enfermagem.

Os cientistas irão levar versões portáteis dos exames de polissonografia e actigrafia - exames de alto custo que não estão disponíveis aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) - aos domicílios das pessoas que serão avaliadas. “Estudos de base populacional como esse ainda são muito poucos, e são altamente relevantes para entendermos o comportamento, a frequência e prevalência dos distúrbios e doenças do sono”, diz a neurologista Tânia Aparecida Marchiori de Oliveira Cardoso, coordenadora do ISACamp Sono.

Além de contribuir para o avanço da ciência no entendimento das questões relacionadas ao sono, os resultados da pesquisa servirão de guia aos gestores públicos, pesquisadores e profissionais de saúde. “Uma vez sinalizados os principais problemas de sono da população e identificados os subgrupos demográficos e sociais mais vulneráveis, fica mais fácil o delineamento de políticas públicas”, completa a coordenadora do ISACamp, Marilisa Berti de Azevedo Barros.

Queixas do sono
Dentre as queixas mais comuns da população, de acordo com Tânia Cardoso, estão àquelas relacionadas ao período noturno e diurno, como dificuldade para adormecer, despertares frequentes ao longo da noite, ronco, sensações de sufocamento, falta de concentração, fadiga e sonolência durante o dia.

“Estatisticamente, as alterações mais frequentes são a insônia e a apneia do sono. Dados do Instituto do Sono de São Paulo revelam que 32,9% da população brasileira sofrem de apneia”, afirma o otorrinolaringologista da Unicamp e diretor da Associação Brasileira de Medicina do Sono (ABMS) Edilson Zancanella.




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